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terça-feira, 12 de abril de 2011

terça-feira, 29 de março de 2011

5dias à conversa… Há uma geração parva? A cantiga ainda é uma arma?


Quarta 30 de Março 22H

Bartô Outras Quartas

Na próxima quarta-feira voltamos a abrir a porta à reflexão e troca de ideias. Reunimos activistas políticos, jornalistas, críticos culturais, músicos, para falar do que se fala: o estado de uma geração, a tomada das ruas, as manifestações… e, talvez menos importante para uns mas sempre presente para nós, a música e o seu papel na social.

Esperamos por todos a 30 de Março, pelas 22H, no Bartô do Chapitô. A entrada é livre.


5dias à conversa… Há uma geração parva? A cantiga ainda é uma arma?

Por Nuno Ramos de Almeida

A música dos Deolinda caiu que nem uma pedra.

Quando a tocaram de surpresa no Coliseu do Porto, o público levantou-se como uma mola. A letra tinha descrito a vida de muitos. A geração dos precários, a geração que nunca vai ganhar mais de 800 euros.

"Fico a pensar / que mundo tão parvo / onde para ser escravo / é preciso estudar…", reza a letra.

A polémica começou, a maioria da opinião publicada garante que esses jovens, e menos jovens, são vítimas "dos direitos adquiridos".

Alguns argumentam que eles deviam estar felizes em ser precários, porque isso é bom. O mercado tem que funcionar "livremente", as pessoas são para ser contratadas e despedidas com tranquilidade, como diria o seleccionador nacional. O tempo daquilo que os sindicatos chamam "trabalho com dignidade" é coisa do passado.

Tantas cabeças, quase sempre a mesma sentença.

Propomos-vos, assim, uma dupla discussão:

1. A precariedade é o nome normal do trabalho no século XXI ou é natural que uma geração lute pelo direito ao emprego?

2. Na nossa sociedade ainda há lugar para a música de intervenção ou devemos exigir que os cantores se deixem de politiquices e que se fiquem pelo amor e pelo Benfica? Ou como também cantam os Deolinda: "Agora não, que me dói a barriga... / Agora não, dizem que vai chover... / Agora não, que joga o Benfica... / E eu tenho mais que fazer..."


Oradores:

Helena Matos – Jornalista

João San Payo – Músico dos Peste & Sida

Miguel Morgado – Economista

Sérgio Vitorino – Panteras Rosas

Tiago Mota Saraiva – 5 dias


Moderador: Vítor Belanciano – Crítico cultural e jornalista

Convidado especial: António Tomás – Jornalista, antropólogo e colunista no Novo Jornal (publicação angolana)

quarta-feira, 23 de março de 2011

Hoje | Tertúlia "Reviver e Recordar o Mestre Lagoa Henriques

Time Out
23 de Março de 2011



Destak

23 de Março de 2011

Visão
17 de Março de 2011




Jornal de Notícias
16 de Março de 2011





Correio da Manhã
16 de Março de 2011

segunda-feira, 21 de março de 2011

terça-feira, 15 de março de 2011

Quarta, 16 de Março de 2011


Quarta 16 de Março 22H Bartô
Tertúlia BUALA: A África das periferias de Lisboa

Nesta noite vamos reflectir acerca das articulações e relações entre os espaços urbanos: centro versus periferia. O que de cultural e artístico se produz nos bairros (margens) e como isto é absorvido ou rejeitado pelo "poder" (centro)?
Qual é a perspectiva da periferia sobre estas ligações e que projectos cruzam estes mundos.

Convidados
Joaquim Arena – Jornalista e escritor caboverdiano
António Guterres – Activista Centro de Experimentação Artística Vale da Amoreira
LBC - Rapper da Cova da Moura

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Reencontros com... Manuel Freire


Quarta 23 de Fevereiro 22H Bartô
Outras Quartas

Reencontros com…
Manuel Freire


PROGRAMA:

I Parte:
22H Concerto da “Palavra como Música”
Actuação do Grupo Oeiras Verde
*

Adagio staccato:
Fala do Homem Nascido António Gedeão
Impressão Digital António Gedeão

Allegretto:
Ai Silvina, Ai Silvininha António Gedeão
O Meu É Teu Ary dos Santos


II Parte:
22H20 Manuel Freire, Homem de Cultura

Testemunhos António Torrado (Escritor), Paulo Sérgio (Jornalista) e Viriato Teles (Jornalista)


III Parte:
23H00 Continuação da actuação do Grupo Oeiras Verde*

Andante Cantabile:
O Meu Menino É D’Oiro José Afonso


IV Parte:
23H20 Manuel Freire, Palavras de Amigos

Testemunhos Vitorino (Músico), Alice Vieira (Escritora)


Encerramento:
00H00 Obrigada Manuel Freire!

Testemunhos Teresa Ricou e José Luís Garcia (Presidente do Observatório das Actividades Culturais)

Rondo Vivace:
( Manuel Freire e Oeiras Verde )
Pedra Filosofal António Gedeão


*Foram:
Na Palavra: Ana Patacho, Estefânia Estevens, Helena Xavier, Jorge Castro, Lurdes Pereira e Magnólia Filipe
Solista: Estefânia Estevens

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Outras Quartas no Bartô do Chapitô


No próximo dia 09 de Fevereiro, quarta-feira, a partir das 22H, recebemos, na Tenda de espectáculos, uma tertúlia que pretende ser uma reflexão sobre o estado da Cultura Contemporânea Africana e os novos desafios que se colocam a artistas, programadores, curadores, intelectuais e agentes culturais.


Para tal, convidámos Marta Lança e Francisca Bagulho, editoras do sítio BUALA, um projecto interdisciplinar de reflexão, crítica e documentação das culturas africanas contemporâneas em língua portuguesa. Com elas, e com o intuito de promoverem a troca de experiências e a transversalidade de conhecimentos, a curadora Lúcia Marques e a programadora cultural Paula Nascimento.

PROGRAMA:
apresentação geral site BUALA por Marta Lança
apresentação Galerias BUALA por Francisca Bagulho


conversa em torno da projecção da cultura africana contemporânea em Lisboa com Paula Nascimento [gestora cultural e programadora do África Festival] e Lúcia Marques [curadora]

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

"Asas Invisíveis, a magia do trapézio"


"Asas Invisíveis, a magia do trapézio"
Por José Mouga

Desenho e Pintura a aguarela
Bartô do Chapitô

De 26 de Janeiro a 22 de Fevereiro de 2011
De terça a domingo
Das 22H às 02H

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Noites Bartô do Chapitô





De Terça a Domingo, às 22H


Como pólo cultural da cidade de Lisboa, o Bar do Chapitô é um espaço aberto às artes, com uma programação variada ao longo da semana: Desde a música ao vivo, com destaque para o jazz, ciclos de cinema, projecções de vídeo, espectáculos de teatro e dança, a tertúlias e debates sobre a actualidade.

O Bartô é também um espaço privilegiado para tertúlias, lançamentos de livros e projectos editoriais, exposições e instalações.

Venha visitar-nos!


Reportagem da autoria da jornalista Susana Frexes, emitida no passado dia 01 de Dezembro, 4.ª feira, no programa Cartaz da SIC Notícias.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Laços de amizade!


Hoje, 17 de Novembro, às 22H, no Bartô do Chapitô, uma tertúlia com Fausto a não perder.

Para estar com os amigos neste grande "chapiteau"!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Outras Quartas em notícia


Jornal i
18 de Outubro de 2010

A Internet matou o jornalismo?







Na próxima quarta-feira, dia 20 de Outubro, a partir das 22H, juntamos professores e alunos da nossa escola para, juntamente com jornalistas, bloguers, activistas e gente com opinião, medirmos o pulso à sociedade de informação, às novas tecnologias, às relações entre pessoas, enfim, ao Mundo.

Até lá, recomendamos a leitura do artigo do jornalista Henrique Monteiro publicado na revista Única do Semanário Expresso do passado dia 16 de Outubro.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A Internet matou o Jornalismo?

Quarta 20 de Outubro 22H Bartô
Outras Quartas
Tempo de Antena: A Internet matou o Jornalismo?
Debate promovido pelo Sindicato dos Jornalistas


Oradores:
Filipe Caetano
– Jornalista da TVI
Daniel Oliveira – Bloguer “O Arrastão”
Nicolau Santos – Director-Adjunto do Semanário Expresso

Moderador:
Nuno Ramos de Almeida – Sindicato dos Jornalistas




segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Manuel Marques no Bartô do Chapitô


Quarta 13 de Outubro 22H Bartô
Outras Quartas
Projecto Comédia – Manuel Marques

Manuel Marques, um dos mais brilhantes jovens comediantes da cena nacional vem ao Bartô do Chapitô para inaugurar a Rentrée do Humor e do Riso.
Entre a barriga e as costas, além de colantes gargalhadas, traz um projecto de formação em “stand up comedy” que permite aos novos alunos/ participantes fazer a ponte entre um curso de fim de tarde em Comédia e, uma vez por mês, uma noite de apresentação dos próprios trabalhos.
Manuel Marques para fazer chorar de rir os “bartoneanos” das noites Chapitô.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Uma tertúlia mágica

Foi assim, entre amigos, que recebemos, no Bartô do Chapitô, Fernando Tordo, figura incontornável do panorama musical português.

Sem idades, sem nacionalidades e sem fronteiras, cantámos todos os grandes temas de Fernando, viajámos pelas letras dos grandes poetas e preparámos outros temas que ficarão na agenda.

Esta casa é sua, entre e deixe-se ficar, de terça a domingo, no bar mais intimista de Lisboa.

O nosso Bartô!